A Comissão Justiça e Paz – CNBB N2 e o Instituto Vida Brasil, convida a população de modo geral, para participar da “II ROMARIA DA PAZ”, que será realizada dia 06 de outubro, quinta-feira. A concentração para esta caminhada ocorrerá em frente à Basílica de Nossa de Nazaré – Praça do CAM, com horário previsto para as 09:00 hs. Clique aqui e Visite o site.
O que é o Projeto
O Observatório de Violências nas Escolas – Brasil / Núcleo Estado do Pará é um projeto de pesquisa-extensão criado em 2004 pela Universidade da Amazônia (Unama) em cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Além de desenvolver estudos sobre a temática, representa um espaço de articulação entre os principais atores sociais da educação a fim de potencializar as ações existentes, assim como elaborar novos projetos coletivos baseados em diagnósticos regulares da situação nas escolas e da violência urbana.
Para tanto, o projeto atua por meio de produção de estudos, pesquisas, promoção de eventos, publicação de trabalhos em revistas científicas, exposição de trabalhos em eventos acadêmicos, elaboração de relatórios de pesquisa, intervenções na mídia além de desenvolver ações em parceria com poder público, sociedade civil e setor privado.
O Observatório de Violências nas Escolas – Brasil / Núcleo Estado do Pará compõe a Rede Ibero-americano de Observatórios de Violências nas Escolas. Trabalha aliado ao Observatório de Violências nas Escolas – Brasil, a Cátedra Unesco de Juventude, Educação e Sociedade, o Observatório Europeu de Violências nas Escolas com sede em Bordeaux (França), e ao Observatório Internacional de Violências nas Escolas, composto por vários países do mundo interessados em ampliar a compreensão sobre o problema e propor saídas viáveis para seu enfrentamento. Se constitui em um grupo de pesquisa certificado pela Unama, No Diretório dos grupos de Pesquisa no Brasil do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Assim, faz-se necessário enfatizar que a metodologia utilizada pelo projeto, antes de ser um método de pesquisa é um método de estudos e intervenções. Pois as violências assumem uma identidade própria, ainda que se manifestem por meio de expressões muitas vezes tratadas como corriqueiras: as agressões físicas e verbais, as incivilidades, os preconceitos, entre outras manifestações. Trata-se de um fenômeno complexo e multifacetado que ocorre em estabelecimentos específicos, o que justifica falar em “violências” e em “escolas” no plural. Constituem os públicos-alvos do Projeto:
- Professores, alunos, técnicos e gestores das escolas públicas e privadas;;
- Secretários de educação e de segurança pública;
- Juízes e promotores da infância e da juventude;
- Polícias civis e militares;
- Guardas municipais;
- Pais;
- Pesquisadores;
- Jornalistas;
- E demais interessados nas situações de violências nas escolas e violência urbana e que buscam informações sobre o assunto e/ou desejam contribuir na construção de uma cultura de não violência.


